Progetti
Copertine
Top Favorites
Nuovi
Concorsi
Albums
Dettagli
Newsletters
Santo Tirso, Portugal

ESCOLA PROFISSIONAL AGRÍCOLA CONDE SÃO BENTO, SANTO TIRSO

REABILITAÇÃO DOS EDIFÍCIOS DA QUINTA DE FORA DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO

01_solinas_verd_arquitectos_santo_tirso_large

Planimetria

INTRODUÇÃO

02_solinas_verd_arquitectos_santo_tirso_large

A área de intervenção objecto do presente concurso corresponde à antiga Quinta de Fora do Mosteiro de São Bento, localizada na margem esquerda do Rio Ave na cidade de Santo Tirso e está ocupada pela Escola Profissional Agrícola Conde São Bento. A Escola Profissional Agrícola Conde São Bento tem o seu núcleo principal instalado em parte do edifício do Mosteiro de São Bento, que se localiza a nascente da Quinta de Fora, do outro lado do arruamento de acesso à Ponte sobre o Rio Ave, que está classificado como Monumento Nacional.

03_solinas_verd_arquitectos_santo_tirso_large

Os edifícios a adaptar no âmbito deste concurso são actualmente usados pela Escola., no entanto as suas características não proporcionam o uso integrado nas actividades pedagógicas normais encontrando-se relativamente abandonados. A área agrícola é explorada pela Escola no âmbito da sua prática pedagógica. Estes edifícios, sobretudo o sequeiro, têm reconhecido valor patrimonial, pelo que a sua valorização através da recuperação, reutilização e ampliação tornaram-se as premissas principais da nossa proposta de trabalho. Neste sentido, entendemos que a libertação de área construída nos edifícios existentes e a criação de novos espaços em relação directa com os anteriores e sua envolvente dão uma melhor resposta às necessidades funcionais previstas no programa a concurso.

03_solinas_verd_arquitectos_santo_tirso_a_large

IMPLANTAÇÃO

05_solinas_verd_arquitectos_santo_tirso_large

Optou-se por esta localização da zona ampliada para que o conjunto arquitectónico existente que se relaciona directamente com a ‘Eira’ diante do Sequeiro e o Mosteiro a sul, bem como todo o enquadramento paisagístico daquela que consideramos ser a imagem de marca da Quinta de Fora, não seja afectado num sentido de perca de transparência com o entorno visual.

06_solinas_verd_arquitectos_santo_tirso_large

Esta ampliação permite redefinir a zona de entrada principal do conjunto construído, proporcionando a existência de uma plataforma que prolonga o caminho de acesso desde a entrada ao nível da cota mais baixa do terreno junto à via. Pretende-se ao mesmo tempo criar um ‘plateau’ que valorize e defina com rigor cénico, o conjunto edificado e a vista orientada a norte.

07_solinas_verd_arquitectos_santo_tirso_large

CONCEITO

04_solinas_verd_arquitectos_santo_tirso_large

A recuperação dos edifícios do ‘Sequeiro’ e sua ‘Eira’ em conjunto com a ‘Casa’ são o fio condutor para a distribuição formal e funcional das novas ampliações que aparecem no sentido de valorizar o existente, sem assumir protagonismo em relação a este, mas antes integrando-se funcional e visualmente, conferindo, de forma global, a todo o conjunto uma imagem forte, da nova contemporaneidade que se pretende para um complexo escolar projectado para as exigências do futuro. Cada uma das pré-existências gera uma nova ampliação de menor cércea que não compromete volumétricamente a sua presença. Estas ampliações vêm dar resposta à inclusão de novos usos, bem como formalmente funcionam como a costura de todo o conjunto construído, espaços exteriores e acessos. Essa costura faz-se pela continuidade de diversos elementos arquitectónicos entre antigo e novo, através da aplicação de materiais comuns, umas vezes como revestimentos interiores outras vezes com presença de carácter exterior como coberturas. Outro dos elementos inspiradores são os obtidos pelos elementos característicos da arquitectura do norte de Portugal como são os ‘Espigueiros’ ou ‘Caniços’, bem como sensações provocadas por elementos naturais como são as sombras provocadas pelas vinhas nos caminhos campestres. Todas estas referências tiveram influência no momento da criação de espaços e escolha de materiais, texturas e cores, quer nas zonas de circulação, sua iluminação natural, quer na configuração formal dos novos e anteriores volumes.

08_solinas_verd_arquitectos_santo_tirso_large

Para tirar melhor partido da dignidade espacial do edifício do Sequeiro, optámos por retirar a laje intermédia do corpo central para obter um resultado de duas alturas configurando desta forma uma nave central destinada à galeria de exposições, fazendo deste um dos espaços mais nobres de todo o conjunto com exposição solar privilegiada desde sul. Este grande espaço de carácter versátil destinado também à realização de outros eventos, conecta pelo seu alçado norte com a nova construção onde se distribuirão os serviços de centro de interpretação ambiental, auditório e a residência do guarda, estes com uma relação visual com a paisagem a norte.

A união entre ambos blocos (edifícios antigo e novo) é feita através de um vestíbulo/galeria de distribuição generosos cuja cobertura em forma de V se apresenta num material de chapa metálica com perfurações de diferentes dimensões dispostas de forma aleatória, provocando no interior uma penetração luminosa irregular, produto da composição da sua imagem. Esta chapa é revestida pelo exterior por uma chapa de policarbonato alveolar que permite a incidência da luz natural, resultando num efeito idêntico ao de luz /sombra criado pelos mantos de vinha sobre solo e paredes.

No edifício denominado‘Casa’ foram distribuídas as funções de escola-hotel e escola-restaurante, cuja ampliação se estende para norte e, apesar de se dividir em dois pisos, apresenta menor volumetria e resolve as necessidades espaciais para esses usos. Por forma a tornar esta ampliação o mais ‘ligeira’ possível, colocámos no piso térreo as salas de aula totalmente envidraçadas e de fachada exterior saliente em relação à estrutura do edifício. No piso superior, por oposição uma imagem bastante mais opaca, onde se encerram os balneários e vestuários de serviço a este conjunto. A transparência resultante do piso inferior e visibilidade dos pilares estruturais, em conjunto com o ‘peso’ resultante da imagem final do piso superior, reproduz o efeito dos típicos espigueiros.

A eliminação dos anexos, bem como a redução de superfície construída no interior dos principais edifícios desta Quinta, permite subentender que as ampliações que propomos em todo o conjunto edificado, resultam não somente na valorização de todo o espaço, mas também na reposição sensivelmente idêntica de toda essa área de construção fundamental para a criação de espaços que dêem resposta a todas as intenções deste programa.

O PÚBLICO LOCAL : CRIAR UM LUGAR DE VIDA CULTURAL. Pretendemos proporcionar, até mesmo fora das horas de funcionamento habitual, um acesso particularmente fácil aos espaços polivalentes e de animação destinados à população escolar e local. A possibilidade de uma utilização fora das horas de funcionamento da escola, parece-nos essencial para permitir optimizar uma política de animação cultural e social para o público local. A isso se destina não só o auditório, como também o espaço de exposição temporária, susceptível de funcionar sem que todo o conjunto esteja aberto. Numa ideia de utilização dos espaços exteriores, propomos a existência de um toldo extensível que permita cobrir todo o promomtório de granito da ‘Eira’, possibilitando a vivência deste local em diferentes épocas do ano e distintas condições ambientais. A possibilidade de abrir e fechar este toldo, de alguma forma recorda momentos vividos outrora nas ‘Eiras’ de granito aquando da recolha do milho e, por esta mesma analogia elegemos a cor das espigas de milho para que se possa ter uma percepção sensorial dos ambientes de secagem.

ADEQUAÇÃO AOS CONDICIONAMENTOS

Para a área existem dois Planos Municipais de Ordenamento do Território em vigor. O Plano Director Municipal e o Plano de Urbanização das Margens do Ave, sendo que este último alterou o PDM, sendo por isso prevalecente sobre o mesmo.

Os dois edifícios da Quinta de Fora e respectivas ampliações pertencentes à presente proposta de intervenção estão abrangidos pelo Plano de Urbanização das Margens do Ave (PUMA), publicado, pela Resolução do Conselho de Ministros 131/2003, no Diário da República n.º 198, I Série B, de 28 de Agosto de 2003.

De acordo com a Planta de Condicionantes do Plano de Urbanização das Margens do Ave a área onde estão implantados integra-se em Reserva Agrícola Nacional (RAN). Em conformidade com o definido no respectivo regime, DL 73/2009 de 31 de Março, não são permitidas novas edificações nesta área a não ser que enquadradas nas excepções previstas no artigo 22º do referido DL. No presente caso as edificações objecto do presente concurso estão ao serviço da Escola Profissional Agrícola Conde São Bento e os programas a implementar destinam-se a actividades pedagógicas da referida Escola.

A Planta de Zonamento do Plano de Urbanização integra a área na categoria de espaço, Espaços de Natureza e Cultura. Nos termos do previsto na Secção II do Regulamento do PUMA, esta categoria de espaço destina-se a actividades culturais, de recreio e lazer, admitindo-se a construção de edifícios destinados a equipamentos. É ainda permitida a intervenção em edifícios existentes desde que garantam a compatibilidade com os objectivos do Plano e que não interfiram negativamente com o equilíbrio ecológico e paisagístico (artigo 8ºdo Regulamento do PUMA).

De acordo com a integração no programa Parcerias para a Regeneração Urbana – PRU – Margens do Ave, qualquer ampliação aos edifícios que se constitua como nova área de impermeabilização é possível mediante autorização da Comissão, regional da reserva Agrícola Nacional, pelo facto de toda a área ser RAN – Reserva Agrícola Nacional. Desta forma, a nossa proposta de intervenção formal e funcional integra-se plenamente, respeitando os planos de ordenamento e condicionantes previstas para esta zona.

DESCRIÇÃO FUNCIONAL

A proposta procurou acima de tudo privilegiar um conceito de conjunto que engloba os edifícios existentes, respectivas ampliações e espaços exteriores, valorizando o processo de aproximação ao núcleo construído, através da criação de acessos desde o exterior da parcela até à entrada das edificações, passando por diversos pontos de miragem no exterior até que se convertem em interiores.

Optámos por criar duas entradas, uma de cota inferior ao nível da antiga entrada principal da quinta no final da Alameda da Ponte e outra que se faz numa cota superior do terreno através da Avenida de Soeiro Mendes da Maia. Esta última, de carácter secundário serve de melhor forma a entrada de serviços, como sejam veículos de descarga de material ou de situações de urgência. A outra entrada, a principal, faz-se pela lateral do antigo portal organizando uma clara distribuição de percursos pedonais: por um lado o caminho que dá acesso ao rio e futura área de ócio e lazer junto à margem, e por outro o caminho de acesso em rampa por baixo da pérgola de vinha até à plataforma que dá acesso ao conjunto edificado. Uma vez chegando a esta plataforma, e dependendo da intenção a que o utente se destine, seleccionará uma das entradas do edifício a que se pretenda dirigir.

CIRCULAÇÕES INTERIORES E DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL Embora os dois principais conjuntos edificados tenham funções paralelas, pretendeu-se dar um carácter mais forte à entrada daquele que nos parece ser o volume mais emblemático de todo o complexo: o ‘Sequeiro’. Desta forma, e abrindo na totalidade a parede do topo nordeste, surge o primeiro átrio de recepção com duas alturas livres, cujas paredes e tecto são revestidas pelo seu interior por uma chapa metálica conferindo-lhe a primeira característica de clara intervenção contemporânea neste antigo conjunto de granito. Esta, tal como as restantes entradas só serão perceptíveis através de uma chegada pedonal e de forma lateral em relação ao alçado principal. Neste edifício privilegiámos a ausência de construído na procura de construir o vazio, já que nos pareceu a melhor forma de engrandecer e dignificar o espaço ‘destapando’ a ‘perdida’ nave de duas alturas livres que culmina na cobertura, a qual se pode contemplar desde o chão apreciando o conjunto de treliças de madeira que a suportam. Este gesto é resultado da intenção de transformar este espaço numa generosa área de exposições, a qual será apreciada também por um passadiço metálico a meia altura junto à parede norte pelo seu interior. O acesso principal à Eira faz-se desde esta sala expositora, descobrindo-se o grande terraço de granito no exterior. O pavimento de granito original dentro do ‘Sequeiro’ mantém-se na integra, já que beneficia da continuidade de material desde a ‘Eira’ no exterior até ao seu interior.

No final da nave principal do Sequeiro encontra-se o topo sudoeste, espaço dividido em dois pisos, destinado às actividades de gestão e administração de todo o complexo pedagógico. Desta nave acede-se por um dos vãos abertos na parede a tardoz ao nível térreo para uma galeria adoçada ao lado oposto da mesma parede constituindo o primeiro gesto de ampliação deste edifício.. Esta galeria revestida pelo mesmo material metálico atrás referido, aqui em chapa perfurada e cobertura em forma de V, permite a conexão com as restantes funções previstas para este núcleo, como são o Centro de Interpretação ambiental e o Auditório. Estes serviços beneficiam também de um acesso independente à sala de exposições pelos exterior, através de um vestíbulo que comunica directamente com a galeria que distribui por um lado para o auditório com capacidade para mais de 100 lugares, por outro para os espaços de laboratórios, espaços técnicos e instalações sanitárias, oficinas de várias actividades e sala de acolhimento. Estes espaços relacionam-se com os terrenos agrícolas a norte, tendo a paisagem e o rio como fundo visual. Desde uma plataforma regular exterior mas coberta poder-se-à aceder a estes terrenos através de uma rampa de suave pendente permitindo uma relação muito próxima do ambiente vegetal exterior com as salas e oficinas de actividades de carácter ambiental.

O edifício da ‘Casa’ e respectiva ampliação onde têm lugar as práticas escolares relacionadas com a restauração e a hotelaria tem um acesso directo desde a plataforma exterior que também dá acesso ao Sequeiro. A entrada principal faz-se pelo núcleo de escadas e elevador que comunica tanto o edifício existente com o novo, bem como entre as duas plantas. No piso inferior da pré-existência desenvolvem-se as actividades relativas ao exercício gastronómico com a implementação de uma cozinha de experimentação ladeada com a sala restaurante onde se encontram várias tipologias de mesas para as práticas de serviço ao cliente. No piso superior, por coerência com o anterior desenvolvem-se as actividades de serviço hoteleiro através da colocação de diferentes tipologias de quartos de hotel distribuídas por quatro unidades residenciais. Todo este edifício está vocacionado para ser também utilizado para a real função de hoteleira e restauração em ocasiões que não sejam exclusivamente pedagógicas, mas também de âmbito comercial e de lazer. No piso inferior da área ampliada colocaram-se duas salas de aula com capacidade máxima para 20 lugares cada uma, e no piso superior as instalações sanitárias, balneários e vestuários que servem todo este conjunto edificado.

ARRANJOS EXTERIORES

A intervenção ao nível dos espaços exteriores dificilmente se pode separar das opções arquitectónicas propostas, uma vez que as duas são complementares. Com esta intervenção pretende-se qualificar o espaço no qual se inserem os volumes existentes e projectados, privilegiando a coerência formal e funcional do conjunto, adaptando-o criteriosamente às especificidades do lugar.

Neste âmbito, julga-se importante garantir, à partida, uma estreita ligação entre espaços abertos e espaços fechados, entendendo-se toda a área exterior como complemento visual e/ou funcional do interior. Pretende-se ainda, ao nível da intervenção no espaço exterior, possibilitar a eventual criação de zonas de estadia confortáveis estrategicamente implantadas e maximizar o aproveitamento efectivo do espaço livre utilizável, proporcionando momentos e vivências diversificados. Todos os circuitos necessários serão implementados de modo a garantir a acessibilidade a todo o tipo de utilizadores, incluindo veículos de emergência. Pretende-se que esta rede se integre perfeitamente no conjunto e que, dentro do possível, se reduza ao mínimo indispensável o índice de impermeabilização do terreno.

A estrutura de plantações a propor complementará a estrutura verde existente a manter e enfatizará a dinâmica global pretendida. Dos elementos arbóreos existentes em bom estado fitossanitário, todos aqueles que se encontrarem em zonas livres de construção, serão mantidos sempre que possível. Na selecção do elenco vegetal a plantar privilegiar-se-ão espécies autóctones ou características da paisagem envolvente, bem adaptadas edafo-climaticamente, notáveis pela floração ou pela folhagem que apresentam em determinada altura do ano: desta forma, dar-se-à ênfase à mutação gradual do lugar, resultando numa variação do espaço no tempo atractiva e referencial para a população utilizadora.

Prevê-se a implementação de um sistema de rega automatizado, que garanta uma grande eficiência de utilização da água. Ainda no que respeita à sustentabilidade da presente proposta, preconiza-se a retenção, armazenamento e posterior reutilização, sempre que possível, das águas da chuva para a rega das zonas verdes.

Preconiza-se a instalação de um sistema de drenagem superficial e sub-superficial eficaz para os pavimentos e áreas verdes, sempre que necessário. Propõe-se também a iluminação de todos os espaços, valorizando os elementos arbóreos ou arquitectónicos mais interessantes e acompanhando a rede de percursos pedonais propostos.

Ered

Europaconcorsi cura il servizio di informazione sui bandi di progettazione e la realizzazione del servizio albo-on-line delle seguenti associazioni professionali:

Ordine Architetti: Agrigento, Alessandria, Ancona, Aosta, Arezzo, Ascoli Piceno, Asti, Avellino, Bari, Belluno, Benevento, Bergamo, Biella, Bologna, Bolzano, Brescia, Brindisi, Caserta, Catania, Catanzaro, Como, Cremona, Cuneo, Fermo, Ferrara, Foggia, Forlì - Cesena, Genova, Gorizia, Grosseto, Imperia, La Spezia, Lecce, Lecco, Livorno, Lodi, Macerata, Mantova, Massa Carrara, Matera, Messina, Milano, Monza, Napoli, Novara, Nuoro, Oristano, Palermo, Pavia, Perugia, Pescara, Piacenza, Pisa, Pistoia, Pordenone, Potenza, Ragusa, Reggio Calabria, Reggio Emilia, Rimini, Salerno, Sassari, Siena, Siracusa, Sondrio, Taranto, Teramo, Terni, Torino, Trapani, Trento, Treviso, Trieste, Udine, Varese, Venezia, Vercelli, Verona, Vibo Valentia, Vicenza

Ordine Ingegneri: Ascoli Piceno, Bari, Cagliari, Foggia, L'Aquila, Lecce, Lecco, Messina, Monza, Padova, Palermo, Pavia, Perugia, Potenza, Prato, Reggio Calabria, Rimini, Salerno, Sassari, Teramo, Torino, Trento, Treviso, Varese, Vercelli, Roma

Collegio Ingegneri della Toscana, Collegio dei Periti Industriali di Grosseto, Federazione agronomi e forestali della Lombardia, Dipartimento S.S.A.R. Università "G. D'Annunzio", Collegio Geometri Reggio Calabria, Consiglio Nazionale dei Geologi, InArSind Sindacato Nazionale Ingegneri e Architetti, Ordine Ingegneri e Architetti di San Marino, Collegio dei Periti Industriali di Siena, Associazione Laureati Iuav