© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
Pode-se sinteticamente, resumir o projecto a um gesto. O respeito pelo sítio, não tanto como paisagem, mas pelos hábitos e mentalidades inerentes ao ” sentir ” do lugar tornam-se evidentes aquando da inserção do edifício numa zona onde se cultivam os princípios de identidade do meio circundante e um forte sentido de preservação do mesmo. O projecto de uma galeria de arte, com as particularidades e necessidades projectuais inerentes enquanto espaço com utilizações e funções específicas, que lhe permitem ” viver ” num subterrâneo onde consegue desempenhar todos os requisitos que lhe estavam propostos. O silêncio visual mantido à superfície aumenta a expectativa do observador perante a dualidade da escala que se lhe depara: o nada à superfície e o muito no interior.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
A gradação crescente da escala do espaço imposta ao observador, à medida que este se introduz no edifício, provoca-o e alimenta os contrastes existentes de luz, cor, escala… Para complementar a elementaridade – simplicidade do programa – uma sala, foram criadas zonas de acessos, de circulação, que para além de enriquecerem o conjunto, aumentam o carácter ” público ” do edifício. O espaço interior, aparentemente fechado, é aberto ao exterior no lado nascente permeabilizando-o com o exterior.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Hugo Carvalho Araújo . Published on March 25, 2011.
© Hugo Carvalho Araújo . Published on March 25, 2011.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Pedro Lobo . Published on March 25, 2011.
© Carvalho Araújo . Published on March 25, 2011.
© Carvalho Araújo . Published on March 25, 2011.
© Carvalho Araújo . Published on March 25, 2011.
© Carvalho Araújo . Published on March 25, 2011.